Marechal Hermes
- Deodoro
- Santa Cruz
Rua João Vicente, s/n Marechal Hermes - Rio de Janeiro - RJ CEP 21.331-260
- Dias úteis: das 4h45 às 23h15
- Sábados: das 5h às 21h45
- Domingos e feriados: das 5h15 às 21h
As estações fecham antes da passagem do último trem, por isso, caso deseje embarcar na última composição do dia, oriente-se pelo horário de fechamento da sua estação de embarque.
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Partidas do trem
- Dias úteis
- Para Japeri 4h55
- Para Deodoro 4h56
- Para Central do Brasil 5h08
- Para Santa Cruz 5h15
- Sábados
- Para Japeri 6h44
- Para Central do Brasil 5h15
- Para Santa Cruz 6h59
- Domingos
- Para Japeri 6h39
- Para Central do Brasil 5h49
- Para Santa Cruz 6h59
- Dias úteis
- Para Japeri 23h40
- Para Central do Brasil 23h20
- Para Santa Cruz 23h23
- Sábados
- Para Japeri 22h10
- Para Central do Brasil 21h30
- Para Santa Cruz 21h55
- Domingos
- Para Japeri 21h19
- Para Central do Brasil 21h49
- Para Santa Cruz 20h59
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História
Ramal: Deodoro e Santa Cruz
Aniversário da estação: 01/01/1913
Atrações do local: “Batata de Marechal” (comércio informal na calçada da estação)
A estação, considerada uma das mais bonitas, tem sua arquitetura inspirada nas bucólicas gares europeias e até hoje conserva sua origem.
Seus tijolos foram trazidos diretamente da Inglaterra pelos navios mercantes. A estrutura é marcada pela presença de telhas francesas, quatro fachadas, amplas coberturas e detalhes em azulejos de origem alemã e belga e arcos de ferro franceses.
A estação homenageia em seu nome um dos presidentes do Brasil: o Marechal Hermes da Fonseca. O próprio esteve presente na inauguração do bairro (Vila Proletária de Marechal Hermes) e da estação.
A história do bairro é curiosa. O local foi planejado especialmente para ser moradia dos operários (e suas famílias). Segundo o autor e jornalista, André Luis Mansur Baptista, na obra “Marechal Hermes – a história de um bairro”, “a partir da linha do trem seria construída uma praça rotatória, com uma larga avenida principal cortada por algumas ruas transversais, um desenho moderno que se mantém até hoje. Seriam construídas 738 casas e sobrados, de um ou dois pavimentos, para abrigar 1350 famílias e também homens solteiros. O projeto previa a construção de escolas, agências do correio e telégrafos, chefatura de polícia, um mercado, pronto-socorro, maternidade, mercado, um Ginásio e um Teatro, além de uma unidade do Corpo de Bombeiros e um Reservatório de Água. As ruas teriam 18 metros de largura e seriam arborizadas. Os aluguéis seriam descontados na Folha de Pagamentos, sendo os proprietários das fábricas os responsáveis pelo pagamento. Para morar no novo bairro, no entanto, seriam necessários alguns requisitos, entre eles o Certificado de Proletariado, indicando que o morador era "um bom chefe de família", tinha "boa conduta" e, principalmente, não tinha qualquer ligação com o Anarquismo, o movimento político trazido ao Brasil pelos imigrantes europeus e que se infiltrava com força nas fábricas".